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Função Data Curitiba, 06 de setembro de 2010


















 


CELEBRAÇÃO DA ENTREAJUDA

8 .Considerações finais

Revendo as motivações que levaram fr. Alvadi Pedro Marmentini a criar esse método de evangelização e, analisando os diversos passos que compõem a Celebração da Entreajuda, bem como os Depoimentos aqui apresentados, chegamos às seguintes conclusões:
O Movimento da Entreajuda – que engloba a Celebração, os Encontros, os Grupos da Entreajuda, o Serviço Voluntário de diferentes profissionais e a ação social – é verdadeiro trabalho missionário, que dinamiza a vivência do Evangelho nos dias de hoje.
Os dirigentes do Movimente da Entreajuda têm uma visão holística do ser humano – ser integral: corpo, mete e espírito. Por isso, fica bem claro que Ciência e Religião se unem para harmonizar o ser humano como um todo.
As milhares de pessoas, que chegam à Igreja N. Sra. das Mercês em todas as quintas-feiras, têm fome e sede de palavras e atitudes que despertem a fé e a esperança. São pessoas que, na maioria das vezes, sentem-se encarceradas pelo egoísmo, pela violência, pela desarmonia familiar, pelas drogas e pela depressão, muitos deles desesperados pelo desemprego, pelas dívidas e pelas doenças. Certamente todos vêm em busca de alguma forma de ajuda, de consolo, de luz, de alguma graça e libertação interior.
Nós, que somos chamados e convidados a exercer algum ministério na Igreja, precisamos alargar os horizontes para ver as reais necessidades desse povo sofrido que, acima de tudo, tem sede de Deus. Sabemos que ser cristão é viver o Evangelho de Jesus; é ser sal na terra e luz no mundo; é ser missionário e viver por um grande ideal, cuja força motriz é gerada e mantida pela Eucaristia, a fonte suprema de Amor.
Para concluir, diria que os Freis Capuchinhos da paróquia N. Sra. das Mercês estão continuando a sublime missão de São Francisco de Assis, que se manifesta nesta sua oração:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz!


Ó Mestre, fazei que eu procure
mais consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.


Porque
é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é que se vive para a vida eterna.

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